emiadrEmídio Sousa reconduzido na liderança da ADRITEM

O presidente da Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Terras de Santa Maria (ADRITEM), Emídio Sousa, foi eleito para um novo mandato (2015-2020) à frente da entidade.

Os associados da ADRITEM reuniram-se na última sexta-feira em Assembleia Geral – presidida por Hermínio Loureiro, também reconduzido neste órgão – numa altura em que a estrutura, criada em 2007, pretende expandir o seu território de intervenção aos concelhos de S. João da Madeira, Espinho e Gaia.

A ADRITEM tem cumprido de forma exemplar a sua missão e, neste momento, concelhos vizinhos têm mostrado interesse em aderir, fruto do bom trabalho feito”, disse Emídio Sousa, salientando que 2005 consistirá “num ano de reforço do empenho da parceria responsável pela Estratégia Terras de Santa Maria 2020”, cujo processo está em curso.

O êxito reconhecido que a ADRITEM teve no anterior quadro comunitário foi muito importante, mas não vamos ficar por aqui”, salientou.

Emídio Sousa destacou o pacote de investimento destinado a impulsionar as zonas rurais, inserido no programa comunitário PRODER e gerido pela ADRITEM.

A instituição – recorde-se – entre 2007 e 2014 dinamizou projectos que ascendem a quase 12 milhões de euros e ajudaram a criar cerca de 100 postos de trabalho directos.

Segundo Hermínio Loureiro, a ADRITEM tem desenvolvido ao longo da sua actividade “um trabalho meritório”, alavancado novos investimentos e projectos, os quais não seriam possíveis sem a sua intervenção.

É um parceiro que podemos sempre contar, activo e facilitador. Por isso, estamos certos de que vai manter no futuro essa dinâmica”, referiu Hermínio Loureiro, que propôs, “pelo trabalho desempenhado”, um voto de louvor à direcção cessante e à equipa técnica da ADRITEM, aprovado por unanimidade e aclamação.

Com sede em Cesar, a ADRITEM actua nos concelhos de Valongo, Gondomar, Santa Maria da Feira e Oliveira de Azeméis, tendo como missão a promoção do desenvolvimento da região numa perspectiva integrada, valorizando os seus recursos endógenos – naturais, culturais, históricos, arquitectónicos e humanos -, através da implementação e gestão de programas, projectos e iniciativas de interesse público.