mptO MPT – Partido da Terra de Santa Maria da Feira acompanha o processo de transferência do Europarque para a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, concessão durante 50 anos, com bastantes dúvidas.

O MPT tem dúvidas sobre as possibilidades da Câmara da Feira suportar os custos que o Europarque acarreta.

Será que a autarquia, que não tem os cofres cheios, terá possibilidades de dinamizar o espaço para pelo menos conseguir os 300 mil euros anuais que o Presidente da autarquia afirma serem os custos anuais do Europarque?

Serão mesmo 300 mil euros os custos?

As receitas são pelo menos 500 mil, conforme a Câmara afirma?

Diz Emídio Sousa que vai ser criado um conselho estratégico, estritamente consultivo, para envolver a Área Metropolitana do Porto, empresas, municípios, associações empresariais -como, por exemplo, a da cortiça e a do calçado e até mesmo a AEP.

AEP? Quer dizer que a entidade que não pagou à banca, transferindo o Europarque para o Estado e agora para a autarquia da Feira, vai dar opinião sobre os caminhos que o espaço vai tomar?

Acredita o senhor Presidente Emídio Sousa que tais entidades que até agora deixaram o Europarque abandonado vão agora querer participar?

Ou será que agora que as despesas estão com a Câmara da Feira já vão querer participar?

A Câmara afirma que irá transferir recursos humanos da empresa municipal “Feira Viva” para o Europarque. O MPT – Partido da Terra de Santa Maria da Feira não percebe a extraordinária elasticidade e omnipresença que a “Feira Viva” demonstra.

MPT – Partido da Terra de Santa Maria da Feira