forPassam-se os meses, passam-se anos e na freguesia de Fornos existem obras que parecem ser intermináveis dado já se perder no tempo o dia do seu início. Esta situação acontece um pouco por toda a freguesia mas a titulo de exemplo poderíamos referir os casos do cruzamento do Farinheiro, do entroncamento da Armando Pinto de Assunção com a N 109-4 entre muitos outros já com anos de historial, sendo entanto o caso mais antigo aquele que se prende com a requalificação da rua do “Chão d’Além” que se encontra estrangulada e esburacada por obras que tiveram inicio há cinco anos!…

O presidente de junta Luís André vai dizendo na blogosfera e no facebook, “deixem-me trabalhar”, onde é que será que nós já ouvimos isto? Ó senhor presidente, não havia necessidade de dizer tal coisa, nos não esperamos de si outra coisa senão que trabalhe e faça trabalhar, pois é para isso que a freguesia lhe paga a meio tempo de exclusividade no cargo que ocupa.

O que não se compreende é que se façam promessas aos proprietários dos terrenos que cederam parte das suas propriedades para alargamento da via e depois não se cumpra com a palavra dada. São portões que não são colocados, muros que são verdadeiros ex-libris da construção e alinhamentos verdadeiramente fantásticos.

Mas, para lá disso tudo o que não se compreende é que se tenha chegado a acordo com outros para prolongar o alargamento da via até ao cruzamento com a nacional 109-4 junto do antigo ferreiro de Fornos e até hoje nada! O que não se compreende é ter-se demolido um poço durante as obras de saneamento, com a promessa de fazer a obra de alargamento num curto espaço de tempo e até hoje… nada, tendo o proprietário que ali plantou um pomar de regar as árvores à força de baldes de água.

Senhor presidente,

Será que no caso da rua do “Chão d’Além” vamos ter um caso idêntico ao da igreja de Santa Engrácia em Lisboa cujas obras perduraram tanto tempo que deram azo à expressão popular “obras de Santa Engrácia” para designar algo que nunca mais acaba?

Estamos atentos e esperamos que não!

A Comissão coordenadora da CDU Fornos