image

O Bloco de Esquerda esteve recentemente na Escola Básica 2,3 António Alves Amorim, Freguesia de Lourosa, concelho de Santa Maria da Feira e sede do Agrupamento de Escolas com o mesmo nome, onde constatou vários problemas estruturais existentes e que necessitam de intervenção urgente por parte da tutela.

Os telhados dos vários blocos que constituem a escola ainda são de fibrocimento com amianto o que, como se sabe, representa um enorme risco para a saúde dos alunos, docentes e outros profissionais que ali trabalham. Esse risco é agravado pelo facto de estes telhados se encontrarem partidos e muito deteriorados, fruto do edifício ter cerca de 40 anos e nunca ter sido alvo de nenhuma intervenção de fundo.

A própria direção do agrupamento mostra preocupação com a possível causalidade entre a exposição a amianto e o aumento de números de doentes oncológicos na EB 2,3 António Alves Amorim.

Fruto dessa preocupação, a direção do agrupamento já solicitou a intervenção urgente na escola. Esta solicitação foi feita junto de diversas entidades, desde a autarquia local até à DREN. Apesar da necessidade da remoção das placas de fibrocimento, a intervenção foi sempre negada por falta de dinheiro.

Estamos perante uma situação de saúde pública e perante a extrema necessidade da remoção das placas de fibrocimento com amianto, pelo que tem que se agir de uma vez por todas, em vez de continuar a adiar e a deteriorar a escola.

A intervenção com vista à remoção das placas de fibrocimento garantiria também a significativa melhoria das condições da escola. Neste momento, a escola tem graves problemas de infiltração em salas de aulas, sala de professores e salas de direção. Isso porque as placas das coberturas dos blocos se encontram partidas, deixando passar a água da chuva.

Para o BE é necessário, por isso, que o Ministério assuma um compromisso concreto para a remoção das placas de fibrocimento, assumindo também um calendário claro para esses trabalhos de remoção e substituição.

Face à gravidade da situação, o deputado Moisés Ferreira questionou o Ministério da Educação. Ler aqui as perguntas

Bloco de Esquerda Comissão Coordenadora Distrital de Aveiro